Na conquista do ouro inédito na série mista no Mundial de ginástica rítmica, a seleção brasileira utilizou collants confeccionados na Rússia, avaliados em cerca de R$ 12 mil. As vestimentas foram feitas sob medida, mesmo com as medidas enviadas pela internet e sem que as atletas tivessem provado o figurino antes da competição. Segundo a equipe, os collants “caíram como uma luva” nas ginastas.
O conjunto brasileiro fez história em Frankfurt ao conquistar dois ouros inéditos na competição, com as maiores notas do mundo na temporada de 2026. As apresentações foram embaladas pelas músicas “Feeling Good” e “Abracadabra”, que renderam ao time os melhores resultados da carreira em finais por aparelhos.
Além dos títulos, o Brasil também garantiu a medalha de bronze na prova olímpica do conjunto, com um hit de Lady Gaga e um clássico do jazz. Essa conquista assegurou à equipe uma vaga antecipada para as Olimpíadas de Los Angeles, em 2028, algo inédito na modalidade.
O país fechou o Mundial na vice-liderança do quadro de medalhas, desbancando potências tradicionais como Rússia e Bulgária, ficando atrás apenas da anfitriã Alemanha. A campanha histórica incluiu ainda a classificação de Bárbara Domingos para a final do individual geral, sua quarta participação em finais de Mundiais.
Os collants usados nas finais foram inspirados em looks de Lady Gaga e da atriz Giovanna Lancellotti no desfile da Beija-Flor. As peças contam com mais de 1 kg de cristais e foram produzidas especialmente para a competição, reforçando o cuidado da equipe com o figurino como parte da apresentação.
